12 de outubro de 2015

OTIMIZAÇÃO DA EMBALAGEM PRIMÁRIA PARA UM PRODUTO MAGISTRAL DESENVOLVIDO POR ACADÊMICOS DE FARMÁCIA


GLÁUCIA FERNANDES DE SOUZA; MARIA BETÂNIA DE FREITAS MARQUES
Faculdade de Minas (Faminas) - BH



Introdução: Embalagem é o recipiente que armazena temporariamente um produto, tendo como objetivo principal sua preservação. No entanto no cenário atual à embalagem vincula-se a marca do produto, aceitação por parte dos clientes e por conseguinte a possível permanência desse no mercado. De forma que a escolha da embalagem que se faça mais adequada a um determinado produto, tida por otimização, é fase de incontestável relevância dentro das mais diversas áreas, seja de produção em grande ou pequena escala.

Objetivos: Diante disso, os autores desse trabalho propuseram um estudo sobre a otimização da embalagem primária de um produto magistral, um creme hidratante para mãos.

Metodologia: Levantamentos teóricos nortearam a pesquisa que apontou as embalagens tradicionalmenteutilizadas: A-bisnaga metálica com tampa rosqueável; B- bisnaga plástica invertida com tampa reta flip-top; C- pote modelo fundo falso com tampa rosqueável. Propôs-se então seis quesitos a serem avaliados na escolha da embalagem: 1- adequada preservação do produto; 2- maior aproveitamento do conteúdo; 3-funcionalidade; 4- estética; 5- facilidade de exposição da embalagem; 6-custo, visto que esse será incluído no valor final ao consumidor.

Resultados: As constatações obtidas na avaliação das embalagens A, B e C seguem relacionadas: 1- as embalagens A e B adequadas, C, deixa a desejar, visto que o produto sofre grande exposição a cada aplicação; A, B e C atendem ao quesito 2; item 3- A e B satisfatórias; item 4 está vinculado às marcas conceituadas no mercado cosmético, dessa forma, A e B se adequam e C se mostra em relativo desuso; 5- B e C mais adequadas devido ao formato; item 6- C tem o custo muito acima do valor de A e B, sendo a B a que oferece mais vantagem também em preço.

Conclusão: Os resultados obtidos apontam a embalagem bisnaga plástica invertida com tampa reta flip-top como a mais adequada para a formulação desenvolvida e, pode-se concluir a importância da etapa de otimização de embalagens frente à dimensão que esse item representa no produto final.

Palavras-Chave: Otimizaçao | Embalagem

Anais do 13º Congresso de Farmácia e Bioquímica de Minas Gerais - Os novos caminhos para o farmacêutico - ano 2015 / Conselho Regional de Farmácia do
Estado de Minas Gerais



24 de agosto de 2015

Incorporación de metronidazol al 1 % en espuma base

El metronidazol puede incorporarse en excipiente para espuma empleando un dispersante como el Cremophor RH 40 (aceite de ricino polioxietilenado). La fórmula prescrita por el médico sería la siguiente:
Metronidazol, 1 %
Excipiente espuma dérmica csp, 100 ml
 
El diseño de la fórmula final empleando el dispersante citado y el excipiente para espuma denominado Espumax sería la siguiente:
 
Metronidazol, 1 %
Cremophor RH 40, 1 %
Espumax csp, 100 ml
 
Una vez pulverizado el metronidazol en un mortero, se añade el Cremophor y se bate hasta formar una pasta homogénea. Seguidamente se añade el Espumax en pequeñas porciones batiendo hasta lograr una suspensión homogénea. Envasar en frasco espumador adecuado. Fundamental agitar antes de usar.

27 de junho de 2015

¿Cómo prescribir una emulsión silicónica con metronidazol y clindamicina para rosácea?


Posted: 24 Jun 2015 09:37 AM PDT. Las emulsiones silicónicas (w/s) son idóneas para pieles con rosácea y seborreicas por ser oil free: la materia grasa que contienen es de tipo silicónico no siendo comedogénica ni irritante y apenas deja residuo graso sobre la piel. Las emulsiones silicónicas requieren de cierta técnica específica por parte del farmacéutico para lograr una óptima estabilidad. Ejemplo de prescripción:

Metronidazol, 1 %
Clindamicina clorhidrato, 2 %
Emulsión w/s csp, 40 g
 
Referência: Blog de formulacion magistral para dermatólogos. Spaña. 2015.

28 de fevereiro de 2015

DISOLUCIONES DE YODO Y FILTRACIÓN



Un procedimiento inadecuado en la elaboración de soluciones de yodo en alcohol de 70º o de 96º, es producir su filtración antes de lograr la disolución total de yodo. Ello supone una disminución de la concentración de yodo prescrita. La calidad de la solución obtenida no es la adecuada por incumplimiento de la dosificación indicada por el médico. La realización de dicho procedimiento puede deberse a varias causas: inexperiencia del farmacéutico elaborador, precipitación en la elaboración por falta de tiempo en la entrega de la fórmula, desconocimiento, etc.

La soluciones de yodo dependiendo de la concentración prescrita, granulometría, tipo de solvente (alcohol de 70º, alcohol de 96º, etc.) y modo de agitación (manual o mecánica) tienen un tiempo de disolución. Por ejemplo, en la siguiente formulación:

Yodo metaloide …………....……. 2 g
Alcohol de 70º csp ….....……. 200 ml

El yodo tarda una hora en disolverse totalmente empleando un agitador magnético regulado a alta velocidad. Otra forma de asegurar la total disolución del yodo, pero bastante más lenta, es dejarlo en maceración junto con el disolvente prescrito y en envase hermético durante 24 horas, realizando algunas agitaciones esporádicas durante dicho tiempo.

Página web Dr. Alía: http://www.formulacionmagistral.net
 
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7 de dezembro de 2014

PERFIL MICROBIOLÓGICO DAS LESÕES TUMORAIS DE PACIENTES INTERNADOS NA UNIDADE DE CUIDADOS PALIATIVOS DO INCA

Eliza Maffioletti Furtunato Leocádio Esteves; Ana Luisa Teixeira da Costa Durante; Fabiennee das Graças Surcin Vieira; Luciana Ramadas; Manoela Garcia Dias.

INCA

O trabalho tem como objetivo identificar os microorganismos que colonizam as lesões tumorais de pacientes internados em uma unidade especializada em Cuidados Paliativos no Estado do Rio de Janeiro. Para identificar essas colônias, são coletados swabs de vigilância de todos os pacientes com critério para rastreamento, de acordo com o protocolo descrito pela CCIH da unidade. Foram incluídos na pesquisa 17 pacientes portadores de feridas tumorais e que estiveram internados no ano de 2013. Os resultados mostraram que 12 pacientes eram do sexo masculino (70,58%) e 5 do sexo feminino (29,42%); os sítios de coleta dos swabs foram: cabeça e pescoço (64,70 %), abdome (23,53%), e ginecológicas (11,76%) e os microorganismos isolados foram: P. mirabili (17,64%); P. aeuroginosa (17,64% ); E. coli (11,76%), S. aureus (11,76%), E. cloacae (11,76%); P. vulgaris (11,76%); K. pneumoniae (11,76%); Serratia sp (5,88%); E. aglomerans (5,88%), Enterococcus sp (5,88%); Providencia sp (5,88%). Em 41,17% das lesões tumorais havia a colonização de mais de um microorganismo. Conclui-se que o uso de culturas de vigilância é uma estratégia usada no sentido de identificar um agente capaz de colonizar determinado sítio e bloquear os pacientes. Vem sido descrito, por alguns pesquisadores, estudos que evidenciaram que culturas com swab têm alta sensibilidade, variando aproximadamente de 85 a 94%, a especificidade e a precisão em torno de 90 a 99%, comparados à biópsia tecidual, porém, devemos sempre levar em conta o sinergismo microbiano. Na assistência ao paciente é fundamental o conhecimento desse patógeno, pois irá nortear a conduta do enfermeiro, além da equipe multidisciplinar, no momento da realização do curativo e orientação ao paciente e cuidador no momento da alta.

Poster in:  VIII CONGRESSO FRANCO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA. 09 a 11 de Outubro de 2014. Rio de Janeiro. Brazil.