2 de abril de 2011

Livro Manual de Drogas Injetáveis

Este livro apresenta 370 páginas, com 169 monografias de medicamentos injetáveis e sua descrição da forma farmacêutica, categoria terapêutica do fármaco, reconstituição, concentração após a reconstituição, estabilidade do produto reconstituído, vias de administração, diluente, volume final e tempo de infusão da solução injetável, compatibilidade, incompatibilidade, reconstituição e estabilidade em seringa plástica e em bolsas plásticas de PVC. O livro Manual de Drogas Injetáveis fornece informações práticas sobre administração, preparo, vias de administração, reconstituição, compatibilidade e estabilidade de medicamentos injetáveis.

Cálculos e fórmulas, Cálculos de velocidade de infusão, Cálculo do gotejamento, Método prático, Infusão em gotas, Infusão em microgotas, Cálculo para infusão intravenosa do medicamento, Cálculo da velocidade de gotejamento com equipo de bureta, Cálculo de mL/h para uso em bomba de infusão contínua (BIC), Cálculo da concentração do medicamento, Cálculo da concentração do medicamento em porcentagem, Cálculo da concentração do medicamento na forma diluída, Cálculo da dose para medicamentos em g/mL, mg/mL ou mcg/mL, Cálculo de mL/h para uso em BIC em gotas/min, Resumo de cálculo para gotejamento, Unidades de medida

Monografias dos seguintes medicamentos injetáveis: Acetilcisteína, Aciclovir, Ácido Aminocaproico, Ácido Ascórbico, Ácido tranexâmico, Adenosina, Albumina humana, Alfainterferona 2b recombinante, Alfentanila, Alprostadil, Alteplase, Amicacina, Aminofilina, Amiodarona, Amoxicilina + clavulanato de potássio, Ampicilina, Ampicilina + sulbactam, Amrinona, Anfotericina B, Anfotericina B complexo lipídico, Anfotericina B lipossomal, Atracúrio, Atropina, Azitromicina, Benzilpenicilina potássica, Bicarbonato de sódio, Bromoprida, Bupivacaína, Calcitriol, Caspofungina, Cefazolina, Cefepima, Cefotaxima, Ceftazidima, Ceftriaxona, Cefuroxima, Cetamina, Cetoprofeno, Cetorolaco de trometamol, Ciprofloxacino, Cisatracúrio, Claritromicina, clindamicina, Clonidina, Cloreto de potássio, Cloreto de sódio, Complexo vitamínico B, Clorpromazina, Dalteparina, Dantroleno, Daptomicina, Desferroxamina, Deslanosídeo, Desmopressina, Dexametasona, Dexmedotimidina, Diazepam, Diclofenaco sódico, Diltiazem, Dimenidrinato, Dipirona, Dobutamina, Dolasetrona, Dopamina, Doripenem, Droperidol, Efedrina, Enoxaparina, Epinefrina, Ertapenem, Escopolamina, Esmolol, Esomeprazol, Estreptomicina, Estreptoquinase, Etilefrina, Etomidato, Fenilefrina, Fenitoína, Fenobarbital, Fentanila, Fitomenadiona, Fluconazol, Flumazenil, Fosfato de potássio, Furosemida, Gentamicina, Glicose, Glucagon, Gluconato de cálcio, Granisetrona, haloperidol, Heparina, Hidralazina, Hidrocortisona, Ibuprofeno, Imipenem + cilastatina, Imunoglobulina antitimócito, imunoglobulina humana endovenosa, Indometacina, Insulina humana regular, Lansoprazol, Levobupivacaína, Levofloxacino, Lidocaína, Linezolida, Manitol, Meropenem, Metadona, Metaraminol, Metilprednisolona, Metoclopramida, Metoprolol, Metronidazol, Midazolam, Milrinona, Mononitrato de isossorbida, Morfina, Nalbufina, Naloxona, Neostigmina, Nimodipino, Nitroglicerina, Nitroprussiato de sódio, Norepinefrina, Ocitocina, Octreotida, Omeprazol, Ondansetrona, Oxacilina, Palonosetrona, Pancurônio, Pantoprazol, Parecoxibe sódico, Pentoxifilina, Petidina, Piperacilina + tazobactam, Polimixina B, Prometazina, Propofol, Propranolol, Protamina, Ranitidina, Remifentanila, Rocurônio, Ropivacaína, Sacarato de hidróxido férrico, Salbutamol, Somatostatina, Sufentanila, Sugamadex, Sulfametoxazol + trimetoprima, Sulfato de magnésio, Suxametônio, Teicoplanina, Tenoxicam, Terbutalina, Ticarcilina + clavulanato de potássio, Tigeciclina, Tiopental, Tirofibana, Tramadol, Treprostinil, Tropisetrona, Vancomicina, Vasopressina, Vecurônio, Verapamil, Zidovudina

27 de março de 2011

Cuidados Microbiológicos

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Conservantes são substâncias químicas, cuja função é inibir o crescimento de microorganismos no produto, conservando-o livre de deteriorações causadas por bactérias, fungos e leveduras. Eles podem ter atividade bacteriostática e/ou fungistática. Entretanto, com a rápida e enorme modernização da Cosmética, para se selecionar o melhor sistema conservante para cada fórmula, na sua melhor combinação de tipos de ativo e na concentração ideal, é preciso dominar o conhecimento do trinômio produto-conservantes-microrganismos, que resume os pontos da estratégia de proteção microbiológica do produto.

Como produto, é importante considerar aqui sua composição química, embalagem e o processo de fabricação. O primeiro aspecto a ser considerado na escolha do conservante é a regulamentação do uso de substâncias de ação conservante permitidas, uma vez que é de caráter eliminatório. Produtos auto-conservantes normalmente têm prazo de validade menor, são apresentados em frascos do tipo dispenser ou bisnagas especiais que solucionam boa parte do problema protegendo o produto da carga microbiana das mãos do consumidor ou do ambiente.

Quanto mais aquosa, mais susceptível a bactérias. Em geral cremes e loções exigem atividade tanto bacteriostática quanto fungistática, fazendo-se necessário utilizar misturas de conservantes de amplo espectro de atividade. O segundo passo para se selecionar um sistema conservante é conhecer suas propriedades físico-químicas para se prever possíveis incompatibilidades químicas com os componentes da fórmula e até de inativação do conservante; a solubilidade em água, tensoativos e glicóis; o coeficiente de distribuição de ativos; a estabilidade em relação ao pH e temperatura que sofrem variações durante o processo de produção; a possibilidade de bombeamento; a necessidade de pré-mistura em fase oleosa e as perdas por evaporação durante o processo e até por adsorção à resina da embalagem.

Aquosos: sulfitos, bissulfitos e metabissulfitos são os antioxidantes mais utilizados na preservação de medicamentos. São utilizados em concentrações na faixa de 0,1 - 0,2 %. Outros antioxidantes, tais como o ácido ascórbico e seus sais também podem ser utilizados como agentes antioxidantes em fórmulas farmacêuticas, em concentrações geralmente menores que 0,04% . O tioglicerol, tiosorbitol e o cloridrato de cisteína também podem ser usados com essa finalidade.

Oleosos: ácido nordiidroguaiarético (NDGA), usado na faixa de concentração entre 0,05 à 0,1%. Esse composto é ativo em meio neutro ou levemente ácido e tem como agentes sinérgicos o ácido cítrico e fosfórico. É solúvel em óleos a 1,1%, etanol, glicerol, propilenoglicol. O butilhidroxianisol (BHA) é bastante utilizado, possui elevada atividade antioxidante e é incolor e inodoro. É estável em temperaturas mais elevadas, sendo utilizado na faixa de concentração entre 0,005 a 0,02%.

Butilhidroxitolueno (BHT) é um dos oxidantes e inibidor de atividade de metais muito utilizado na área farmacêutica. Indicado principalmente para gorduras e vitaminas, nas concentrações entre 0,01 à 0,1 %. Os ésteres do ácido gálico também possuem ampla utilização em farmácia., principalmente os derivados galato de etila e galato de propila são utilizados na faixa de concentração entre 0,005 à 0,1 %

Agentes quelantes: metais ionizados e solubilizados na fórmula farmacêutica podem catalisar as reações de oxidação. Considerando-se que nem todos os antioxidantes são capazes de inibir a atividade catalítica dos metais, em vários casos, é necessário associar ao sistema de proteção os agentes quelantes , cuja função específica é de seqüestrar o íon metálico do meio de forma que ele não possa agir como catalisador.

Microrganismos vivos, do reino vegetal e animal, podem contaminar os medicamentos e, em muitos casos, levar à instabilização da forma farmacêutica. Os fungos constituem os mais sérios problemas de contaminação de medicamentos, produzem enzima oxidantes e hidrolizantes. Atacam com facilidade preparações líquidas, principalmente soluções, xaropes e semi-sólidos, incluindo cremes e géis. As algas contaminam preparações líquidas e semi-sólidas, com menor freqüência que as bactérias. A escolha do conservante adequado vai depender da forma farmacêutica, da natureza química dos componentes da fórmula e do pH da preparação.

Álcool etílico: é fungicida e fungistático na faixa de concentração de 15 a 17%, possuindo atividade antiséptica a 70%. O álcool etílico é o único produto que quando diluído em água (70%) é mais eficaz do que puro. O álcool não somente rompe as membranas pela sua solubilidade em lipídios, mas também desnatura proteínas. É utilizado não somente como desinfetante de superfície, mas também como antisséptico. As limitações estão na sensibilidade à matéria orgância, rápida volatilização e ser inflamável. As bactérias na forma vegetativa morrem após cinco minutos de contato com o composto. Apesar de o álcool etílico ser utilizado mais freqüentemente, o álcool propílico é melhor principalmente por ser menos corrosivo e possuir maior espectro de ação

Glicerol: 20 à 40 %, clorobutanol: antiséptico bacteriano na concentração de 0,5%.

Éteres fenílicos do etileno e propilenoglicol: possuem atividade antifúngica em concentrações menores que 1%. Ácido benzóico e benzoato de sódio: também possuem atividade em pH menor que 4,0.

Cloreto de benzalcônio: uso na concentração de 0,05%. Estes moléculas são hidrofílicas numa extremidade e hidrofóbica na outra. O grupo hidrofílico é um sal quaternário de amônia e o grupo hidrofóbico pode ser uma cadeia longa de hidrocarboneto ou um núcleo benzênico, ou ambos. Devido às suas propriedades como antisséptico tensoativo, são excelentes agentes de limpeza de pele, ferimentos e objetos inanimados. Eles são mais ativos contra microorganismos gram positivos. Em altas diluições são bacteriostáticos.

Cetrimida: uso em concentrações entre 1:5000 à 1:10000.

Timerosal: uso em concentrações entre 1:5000 à 1:50000

Álcool benzílico: uso em concentrações de 0,5%.

Ésteres do ácido p-hidroxibenzóico: são os mais utilizados na área farmacêutica. Sua designações genéricas são metilparabeno e propilparabeno. São antifúngicos em concentrações na faixa de 0,05 à 0,2% . A associação sinérgica envolve concentrações de 0,18% de nipagim e 0,02% de nipazol. São incompatibilidades com tensoativos como os tweens, gelatina e carbomelose.

Para a busca da excelência em qualidade microbiológica, a revisão da composição química do produto segundo os princípios de racionalização, a adequação do sistema conservante e monitoração microbiológica constituem portanto o trinômio da qualidade microbiológica, valendo por fim ressaltar as seguintes recomendações: aprimorar o senso crítico do formulador na racionalização da fórmula, observar os critérios de escolha do sistema conservante, tendo a regulamentação de mercado como fator eliminatório, usar a concentração adequada de conservante que seja estável e compatível com a composição química do produto e condições do processo, requisitar orientação do fornecedor do sistema conservante ou serviço de consultoria nas áreas de menor domínio, dentro do trinômio produto-conservante-microrganismos, buscar o melhor balanço custo-benefício, realizar os testes de análises físico-químicas, como forma de garantir a proteção microbiológica, adotar as boas práticas e controle organizadas num sistema de monitoração da qualidade microbiológica integrado.

Bibliografia

Allen LV. Allen’s Compounded Formulations: the Complete U.S. Pharmacist Collection. Washington, DC: American Pharmaceutical Association; 2003

Allen LV. The Art, Science, and Technology of Pharmaceutical Compounding. Washington, DC: American Pharmaceutical Association; 1998

Llopis M.J., Baxaulí V. Formulário Básico de Medicamentos Magistrales. 1ª edición. Valencia, 2001

Prista LN, Alves AC. Técnologia Farmacêutica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian; 1996

Prista LN, Alves AC, Morgado RMR. Técnica Farmacêutica e Farmácia Galênica. 5ª Ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. v.1. v.2 v.3.

Remington, Farmacia, Tomo I, 19ª ed. Editorial Médica Panamericana, Buenos Aires; 1998

SOUZA GB. Formulação Magistral para Oftalmologia. São Paulo, SP. Pharmabooks; 2008

Trissel’s Stability of Compounded Formulations. Washington. DC: American Pharmaceutical Association; 1996

22 de fevereiro de 2011

Géis em oftalmologia

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O desenvolvimento de formulações em géis vem se tornando uma alternativa para o receituário médico. Sua vantagem sobre os colírios e pomadas é proporcionar um tempo de contato maior do princípio ativo com os tecidos oculares e possuir um efeito visual e cosmético melhor.

Os géis prolongam o tempo de permanência da droga no saco conjuntival, aumentando efetivamente a sua biodisponibilidade ocular. Os polímeros mais usados em géis oftálmicos incluem éteres de celulose (hidroxipropilcelulose, metilcelulose, hidroxipropilmetilcelulose), álcool polivinílico, carbopol, éter polimetilvinil maléico, poliacrilamida, poloxamer 407 e ácido plurônico.

Pré-misturar alguns agentes geleificantes, como o ácido algínico, com outros pós, às vezes ajuda no processo de dispersão. Bentonita pode ser dispersa facilmente, polvilhando-a em água, permitindo que as partículas hidratem e sedimentem no fundo do béquer. Glicerina ou outro líquido similar pode ser usado para pré-molhar a bentonita antes de misturá-la com água. A hidratação completa pode levar horas.

Em geral deve-se primeiro solubilizar os agentes conservantes no veículo, seguindo com o povilhamento lento do agente gelificante sobre o mesmo, sob agitação vigorosa. Em muitos casos é importante deixar que o agente gelificante sofra um intumescimento inicial para sua melhor dispersão. Para facilitar dispersão de alguns agentes gelificantes é melhor a utilização da água aquecida, para outros da água fria ou o choque térmico. Todavia, há uma tendência à formação de grumos durante o processo de preparo, os quais devem ser dispersos com agitação ou trituração.

Somente após a dispersão total dos agentes gelificantes é que aquelas preparações que precisam ser neutralizadas para gelificar podem ter aditivados os agentes alcalinizantes.

Remova todo ar incorporado nas dispersões de carbômeros antes de adicionar um agente espessante. Bolhas de ar podem ser removidas deixando-se o produto descansar por 24 horas ou colocando-o em um banho ultra-sônico. Um antiespumante como silicone pode ser útil.

O pH é muito importante para determinar a viscosidade de um gel de carbômero. Géis de gelatina são preparados por dispersão da gelatina em água quente e resfriados em seguida. O procedimento pode ser simplificado pela mistura da gelatina com líquidos orgânicos como álcool etílico ou propilenoglicol, adição de água quente e resfriamento do gel.

A metilcelulose e a hidroxipropilmeticelulose são mais facilmente dispersas com choque térmico. Dispersa-se inicialmente o agente gelificante em um terço da quantidade de água empregada na formulação aquecida entre 80 a 90º C, sob agitação vigorosa, em seguida adiciona-se o restante da água gelada sob agitação. Estes polímeros também podem ser previamente molhados (levigados) com propilenoglicol antes de se adicionar a água, facilitando a dispersação. Uma máxima transparência e hidratação destes géis pode ser obtida pelo armazenamento durante uma hora após o seu preparo em temperatura de 0 a 10º C.

Referência: Souza GB. Formulação magistral para oftalmologia. Pharmabooks: SP. 2007

12 de janeiro de 2011

Suspensões e soluções: dicas

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Soluções

• Agitadores magnéticos, misturadores elétricos economizam tempo e ajudam a preparar produtos uniformes.
• Um "spray" de álcool (etanol para soluções internas) ajuda a "quebrar" a espuma, ou um agente antiespumante como o silicone pode ser adicionado à preparação.
• A filtração de um líquido pode ajudar na obtenção de produtos claros, límpidos.
• Um medidor de pH previne o aparecimento de incompatibilidades e colabora para a estabilidade da formulação.
• Dissolver sais em uma quantidade mínima de água antes de adicioná-Io a um veículo viscoso.
• Agitar constantemente quando misturar dois líquidos minimiza incompatibilidades devido aos efeitos da concentração.
• Quando incorporar um material insolúvel, levigar o pó com uma pequena porção do veiculo ou um liquido miscível com o veiculo.
• Agitar gentilmente e não chacoalhar o produto para evitar a formação de espuma.
• Adicione líquidos de alta viscosidade a líquidos de baixa viscosidade com agitação constante.
• Sempre esteja atento ao pH e concentração alcoólica dos produtos preparados.
• Quando filtrar esteja atento sobre o que está sendo retido no filtro.
• Quando trabalhar com hidrocolóides, deixar que hidratem lentamente antes de qualquer incorporação.
• Quando selecionar um veículo, estudar a concentração do fármaco, solubilidade, pKa, sabor e estabilidade.
• Considerações ou estudos sobre o veículo devem incluir pH, aroma e sabor, cor, conservantes, viscosidade, compatibilidade e, se indicado, agentes suspensores e emulsificantes.
• Quando preparar elixires, dissolver os constituintes solúveis em álcool no álcool e os constituintes solúveis na água, em água. Adicione a solução aquosa à solução alcoólica, com agitação.
• Talco pode ser usado para remover óleos essenciais em excesso. Isso é obtido pela adição de 12g de talco por 100mL de solução e filtra-se. Durante a filtração, as primeiras porções do filtrado são devolvidas ao filtro até obtenção de um filtrado Iímpido (repassar o filtrado).
• Sistemas co-solventes, misturas de água, álcool. glicerina e propilenoglicol podem ajudar na clarificação de soluções que são pouco límpidas, devido à insolubilidade em água.
• A velocidade de dissolução pode ser aumentada colocando-se o béquer em um banho-maria.
• Partículas pequenas dissolvem-se mais rápido que particulas grandes.
• Agitação aumenta a velocidade de dissolução do fármaco.
• Geralmente, quanto mais solúvel for o fármaco, mais rápida será a sua velocidade de dissolução.
• Quando trabalhar com um liquido viscoso, a velocidade de dissolução do fármaco é diminuída.
• Um aumento na temperatura geralmente permite um aumento na solubilidade e na velocidade de dissolução de um fárrnaco. Algumas exceções são o Hidróxido de Cálcio e Metilcelulose.
• A solubilidade de um fármaco não iônico pode ser aumentada ou diminuída pela adição de um eletrólito.
• Um alcalóide base ou uma base nitrogenada de peso moIecular relativamente alto é geralmente pouco solúvel, a menos que o pH do meio seja diminuído (conversão a sal).
• A solubilidade de uma substancia ácida pouco solúvel é aumentada quando o pH do meio é aumentado (conversão a sal).
• A efetividade de um conservante pode. estar relacionada ao pH Por exemplo: Parabenos são geralmente utilizados na faixa de 4 a 8. ClorobutanoI requer pH menor que 5 e, o Benzoato de Sódio é mais efetivo em pH ao redor de 4.

Suspensões

• Reduzir pós a partículas muito finas antes de suspendê-Ias.
• Molhar os pós com um líquido hidrofílico antes de adicioná-Ios ao veiculo quando preparar uma suspensão aquosa.
• Se os pós são lipófilos, um tensoativo deve ser usado para ajudar na molhabilidade desses pós antes de adicionar um veiculo aquoso.
• Muitos polímeros são facilmente dispersos quando agitados com um solvente hidrofílico, como glicerina, antes de adicioná-Ios a um veículo aquoso.
• A dispersão dos polímeros pode ser facilitada, quando são polvilhados sobre água em agitação rápida.
• Suspensões devem ser dispensadas em frascos de boca larga, para serem retiradas facilmente.
Procedimento de preparo de suspensão:

Passo 1: Dispersar o agente suspensor adequado (ex. CMC-Na, metilcelulose, goma xantana, etc) no veículo adequado (ex. água, xarope simples, sorbitol 70%, etc).
Passo 2: Tamisar os sólidos insolúveis a serem dispersos.
Passo 3: Levigar os sólidos com o agente molhante para formar uma pasta, utilizando um gral com pistilo.
Passo 4: Adicionar 1 em 3, pouco a pouco, triturando no gral com o pistilo.
Passo 5: Transferir para um cálice.
Passo 6: Adicionar os adjuvantes (ex. conservantes, flavorizantes, edulcorantes, corantes, etc) previamente solubilizados na fase líquida ou outro sistema co-solvente, misturando bem.
Passo 7: Completar para o volume final com a fase líquida e misture.
Passo 8: Embalar e rotular.

Nota: Como a suspensão é uma preparação viscosa, é comum haver uma perda significativa da formulação aderida no recipiente de preparo. Portanto, para compensar a perda, aconselha-se o preparo de uma quantidade excedente de 10%.

Referência: www.magistralfarma.blogspot.com

26 de dezembro de 2010

Unguento de clobetasol + cetoconazol + ácido salicílico

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Ungüento

Clobetasol propionato.............................0,1%
Ketoconazol........................................ 2%
Ácido salicílico................................... 3%
Ungüento hidrófilo c.s.p........................ 100 g

Indicaciones: Candidiasis. Pitiriasis versicolor. Dermatitis seborreica. Tiña corporis, Tiña Cruris, Tiña pedis.

Observaciones: Clobetasol: corticoide que usado tópicamente actúa como antiinflamatorio y antipruriginoso. Ketoconazol: derivado imidazolico sintético con
acción fungistática y actúa fundamentalmente a nivel de la membrana de los hongos modificando su permeabilidad. Es antimicótico tanto en tratamientos superficiales como profundos y en infecciones por levaduras en el tracto intestinal. Se usa como champú contra la caspa de la que es responsable el hongo Pityrisporum y también contra la dermatitis seborreica del cuero cabelludo. En la dermatitis seborreica infantil se prescribe el tratamiento con Ketoconazol al 2% en crema una vez al día y se observan los resultados a los 10 días. Ácido salicílico: es bacteriostático y fungicida, además posee propiedades queratolíticas, provocando la caída de la capa córnea de la epidermis o disminuyendo su espesor. Se considera el más activo de los medicamentos queratolíticos y el más utilizado. Es irritante. No debe emplearse en amplias superficies. Riesgo de intoxicación sistémica en niños.

Posología recomendada: 2 aplicaciones al día. En casos graves 2/12 horas; Candidiasis y pitiriasis versicolor: 2-3 semanas; Tiña corporis: 1/día, 3-4 semanas; Tiña pedis: 1/día, 4-6 semanas; Tiña cruris: 1/día, 3-4 semanas

Vía de aplicación: Tópica. Aplicar en capa fina sin excederse de la zona dañada. Lavar las manos antes y después de la aplicación. No lavar la zona hasta 3 horas después de la aplicación.

Referência: http://www.formulistasdeandalucia.es

4 de outubro de 2010

Solución para el tratamiento de la mucosa oro-faríngea en el caso de aftas

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Solución para el tratamiento de la mucosa oro-faríngea en el caso de aftas



BÓRAX 1 gr.
MENTOL 0.5 gr.
ESENCIA DE TOMILLO 0.05 gr
ESENCIA DE SALVIA 0.05 gr
AGUA PURIFICADA 100 ml

Forma Farmaceutica:

Solución.

Material y Equipos:

Vaso de Precipitado.
Sistema de agitación.

MODUS OPERANDIS:

1º Añadir el borax al agua purificada.

2º Disolver el mentol en el paso nº 1

3º Disolver el resto de componentes en nº 2

Material de acondicionamiento:

Envasar en frasco de cristal topacio.

Bibliografía:

1.- Berde CB, Strichartz GR. Anestésicos locales. En: Miller RD, editor. Miller Anestesia. 6ª ed. Madrid: Elsevier; 2005. p.475-505.

2.- Milstone AM, Passaretti CL, Perl TM. Chlorhexidine: expanding the armamentarium for infection control and prevention. Clin Infect Dis. 2008 jan 15;46(2):274-81.

3.- Stoughton RB, Cornell RC. Corticosteroids. En: Fitzpatrick T, Eisen AZ, et al. editors. Dermatology in general medicine. 4ª ed. NY: Mac-Graw-Hill. 1993.

4.- Pérez J, Aliaga L. Los anestésicos locales en el tratamiento del dolor. En: Flórez J. editor. El tratamiento farmacológico del dolor. Madrid: Ars Médica; 2007.




Prospecto.



INDICACIÓN.

Tratamiento de la mucosa oro-faríngea en el caso de muguet, aftas. Usado como antimicotico y astringente.

POSOLOGÍA Y FORMA DE ADMINISTRACIÓN.

Enjuague de la boca con aproximadamente 20 ml de la solución 2-3 veces al dia.

El enjuague se hará durante al menos 1 minuto y de forma vigorosa incluido gargarismo.

No enjuague posteriormente con agua.

La duración del tratamiento será hasta el control de la sintomatología.


CONTRAINDICACIONES Y PRECAUCIONES.

Está contraindicado en caso de hipersensibilidad a cualquiera de los componentes de la fórmula.

No existen datos sobre su utilización durante el embarazo y la lactancia,por lo que no se recomienda su aplicación en estos periodos.

No ingerir.

CONSERVACIÓN.

Mantenga este medicamento a temperatura ambiente fresca y seca y protegido de la luz.

CADUCIDAD.

3 meses.

Este preparado no puede administrarse después de la fecha de caducidad indicada en el envase.

13 de agosto de 2010

Fórmula limpadora das mãos


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FÓRMULA LIMPIADORA DE MANOS

Alcohol Isopropílico 70.........480 mL
Pluronic F 127.................. 9,6 g
Hidroxipropilcelulosa........... 4,8 g

MODUS OPERANDI: Dispersar la mezcla de los dos polvos en el alcohol isopropílico al 70% bajo agitación suave. Perfumar si se desea (con un 0,2 % de perfume) y envasar.

Fuente: Compounding today.com Newsletter, october 30, 2009. Volume 6 Issue 44