29 de agosto de 2018

Agendamento de Protocolos Quimioterápicos como Gestão para Redução de Resíduos de Drogas Antineoplásicas

Islania Almeida Brandão1; Rafael Oliveira Silva2; Bruno Costa Andrade1; Marianna Souza Almeida1.

1 Clínica Amo. Salvador (BA), Brasil. 2 Assistência Multidisciplinar em Oncologia (AMO). Salvador (BA) Brasil. Endereço de correspondência: Islania Almeida Brandão. Rua Altino Serbeto de Barros, 119 – 12º andar, Salvador (BA), Brasil. CEP 41830-907. E-mail: laniaab@gmail.com.

Introdução: Frequentemente, no preparo do medicamento quimioterápico a partir de frascos com dose de apresentação comercializada, parte da droga acaba sendo inutilizada para atingir a dose prescrita pelo médico, resultando em resíduo de quimioterapia que, a depender da estabilidade da droga, resulta em descarte, não sendo possível seu aproveitamento para outro paciente. 

Objetivo: Avaliar, quantitativamente e financeiramente, os resíduos não aproveitados de medicamentos quimioterápicos no processo de manipulação, com conseqüente proposta para implantação do agendamento de protocolos/medicamentos quimioterápicos, como ferramenta de gestão para redução da produção desses resíduos. 

Método: Para se obter o real impacto do desperdício da droga, foram contabilizados, em miligramas,
os resíduos não aproveitados dos medicamentos quimioterápicos manipulados na Clínica AMO em um intervalo de um ano (janeiro a dezembro de 2017). Foram estipulados valores por miligrama de cada medicamento, baseados em seu preço de compra, resultando no percentual médio de cada quimioterapia desprezada (miligrama não aproveitada x valor financeiro de cada miligrama). 

Resultados: A partir dos dados gerados, foram selecionados 16 medicamentos que representavam cerca de 71% do valor total dos resíduos não aproveitados. Os dados obtidos foram analisados de
acordo com a estabilidade de cada medicamento, número de pacientes em uso, alto potencial da geração de resíduos não aproveitados e impacto financeiro. Assim, de acordo com tais características, foi sugerido um modelo de agendamento como ferramenta de gestão para redução dos resíduos e aumento da otimização. O agendamento proposto foi aprovado pelo setor de agendamento da Clínica AMO. 

Conclusão: O percentual médio de dose desprezada de quimioterapia é um indicador que permite identificar os medicamentos antineoplásicos com um alto potencial de desperdício e possibilitando a implantação do agendamento programado como forma de gerir e otimizar esses resíduos, levando ao
aumento do aproveitamento de ampolas fechadas e redução de produção de resíduos, com conseqüente redução de custos e de descarte.


Palavras-chave: Otimização; Farmácia Oncológica; Agendamento.

Poster in: IX CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA. 2018.

31 de julho de 2018

Aspectos Clínicos e Qualidade de Vida de Pacientes com Câncer Colorretal após Suplementação Oral com Fungo Agaricus sylvaticus: Ensaio clínico Randomizado e Controlado

Maria Rita Carvalho Garbi Novaes1; Renata Costa Fortes1; Alice Garbi Novaes2; Ricardo Eccard da Silva3

1 Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs). Brasília (DF), Brasil. 2 Universidade Católica de Brasilia (UCB). Brasilia (DF), Brasil. 3 Agência Nacional de Vigilancia Sanitária (Anvisa). Brasília (DF), Brasil. Endereço de correspondência: Maria Rita Carvalho Garbi Novaes. SMHN Quadra 03, conjunto A, Bloco 1, Edifício Fepecs. Brasília (DF), Brasil. CEP 70.710-907. E-mail: ritanovaes2@gmail.com.

Introdução: No Brasil o câncer colorretal é a quarta causa de morte por câncer. Os tratamentos convencionais do  câncer interferem com o estado nutricional e parâmetros relacionados com a qualidade de vida. Estudos tem sugerido que o fungo Agaricus sylvaticus tem efeitos que podem melhorar aspectos funcionais, clínicos e relacionados a qualidade de vida.

Objetivo: Avaliar a qualidade de vida de pacientes com câncer colorretal após suplementação oral com fungo Agaricus sylvaticus. Método: Ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado. A pesquisa foi desenvolvida no Ambulatório de proctologia do Hospital de Base do Distrito Federal (DF) e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria de Saúde do DF. A amostra foi de 56 pacientes, com vinte anos ou mais, com câncer colorretal em estadio pós-cirúrgico. Critérios de exclusão: mulheres grávidas ou que amamentavam, deficiência física, pacientes com quaisquer outras doenças crônicas não transmissíveis ou câncer metastático. A dose utilizada (grupo experimental) como suplemento nutricional adjuvante foi equivalente a 30 mg/kg/dia, dividido em duas doses diárias, durante um período de seis meses. No controle do suplemento nutricional foi usado placebo (grupo controle).

Resultados: Apenas 7% dos pacientes no grupo controle relatou uma melhora no apetite, enquanto tal evento foi relatado por um número maior (32%) de pacientes do grupo experimental. No grupo experimental houve um aumento do número de pacientes com disposição, de 68 para 86%, redução da fadiga de 32 para 14% e insônia de 11 para 7% dos pacientes. Já no grupo controle, não houve melhora. Houve um aumento de pacientes com melhora do humor (estado feliz/satisfeito), de 61 para 86%. No grupo controle, houve uma diminuição do número de pacientes felizes/satisfeitos, de 64 para 43%. Em relação a queixas de dor, no grupo controle houve um aumento de 64 para 71%. No grupo de tratamento experimental, 43% de todos os pacientes reclamaram de algum tipo de dor, mas apenas 32% permaneceram com essas queixas até o final do tratamento. Em relação a diarreia e constipação alternadas, houve piora no grupo controle, de 7 para 11% dos pacientes. Já no grupo experimental, houve uma diminuição de 4% para 0.

Conclusão: A suplementação dietética com Agaricus sylvaticus, como adjuvante ao tratamento convencional, apresentou efeitos benéficos em aspectos clínicos e na qualidade de vida de pacientes com câncer colorretal em estadio pós-cirúrgico.

Poster in: IX CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA. 2018.

8 de maio de 2018

Erlotinibe: uso off-label via sonda nasogástrica



Administração via sonda nasogátrica: erlotinibe comprimido dissolvido em 100 mL de água purificada em temperatura ambiente. Lavar a sonda antes e após a administração do medicamento.(6)

Uso off-label: erlotinibe 100 mg (10), veículo suspensor oral (100 mL). Em recipiente adequado, triturar os comprimidos. Adicionar 30 mL do veículo, e misturar. Adicionar o veículo. Estabilidade de 28 dias em temperatura ambiente. Fórmula do veículo suspensor oral: goma xantana (0,05 g), sorbitol 70% (25 mL), glicerina (10 mL), sacarina (0,1 g), metilparabeno (0,1 g), ácido cítrico monohidratado (1,5 g), citrato de sódio dihidratado (2 g), sorbato de potássio (0,1 g) e água purificada q.s.p 100 mL.(7)

Administração via sonda nasogátrica: em uma seringa dosadora oral dissolver o comprimido em 10 mL de água aquecida a 55ºC durante 5 min e administrar. Lavar a sonda antes e após a administração do medicamento.(9)

21 de março de 2018

Testosterona: manipulação magistral


Propionato de Testosterona (2 g), Vaselina Líquida (10 g), Polisorbato 80 (1 g), Gel de Metilcelulose 2% (87 g). Em um recipiente dispersar a testosterona na parafina líquida e misturar bem. Adicionar o polisorbato. Incorporar o gel de metilose na solução. Estocado em frasco de plástico âmbar na concentração de 2%. Uso no tratamento da andropausa. Referência bibliográfica: Gel de Testosterona Propionato. Disponível em: http://www.fagron.es Acesso em: 25 de julho de 2013.

Propionato de Testosterona (2 g), Óleo de Amendoim (20 mL), Água Purificada (8 mL), Creme Emulsionante O/A q.s.p...100 g. Em recipiente adequado dispersar a testosterona no óleo de amendoim. Incorporar a emulsão sobre a mistura anterior sob agitação mecânica. Adicionar a água e homogeneizar. Uso tópico no tratamento da andropausa. Referência bibliográfica: Crema de Testosterona al 2%. Disponível em: http://www.fagron.es Acesso em: 25 de julho de 2013.

Propionato de Testosterona (2 g), Vaselina Sólida Branca (88 g), Óleo Mineral (Vaselina Líquida) q.s.p...100 g. Misturar o propionato de testosterona com a vaselina líquida, homogeneizar no gral. Colocar a vaselina sólida sobre uma placa de mármore e ir incorporando a mistura anterior, e com diluição geométrica, até a obtenção de um aspecto homogêneo. Estabilidade de 180 dias em temperatura ambiente. Para uso tópico. Referência bibliográfica:  Clavijo MJL, Comes VB. Formulario básico de medicamentos magistrales, 2ª ed. España, 2007.

Testosterona Base (2 g), Álcool Etílico 96º (q.s), Carbopol 940 (0,8 g), Trietanolamina (q.s), Água Purificada com Conservantes q.s.p...100 mL. Embeber o carbopol com a água e deixar em repouso por 24 horas. Dissolver a testosterona no álcool. Adicionar a solução alcoólica de testosterona na solução de carbopol. Adicionar, sob agitação, de 3 a 4 mL de trietanolamina até a obtenção da consistência de gel.Estabilidade de 60 dias sob refrigeração. Para uso tópico. Referência bibliográfica:  Clavijo MJL, Comes VB. Formulario básico de medicamentos magistrales, 2ª ed. España, 2007.

Enantato de Testosterona (2 g), Vaselina Líquida (10 g), Vaselina Sólida Branca q.s.p...100 g. Pulverizar finamente a testosterona, adicionar vaselina líquida e misturar. Colocar a vaselina sólida sobre uma placa de mármore e ir incorporando a mistura anterior, pouco a pouco, até a obtenção de um aspecto homogêneo. Para uso tópico. Referência bibliográfica:  Clavijo MJL, Comes VB. Formulario básico de medicamentos magistrales, 2ª ed. España, 2007.

Propionato de  Testosterona (2 g), Vaselina Sólida Branca q.s.p...100 g. Pulverizar finamente a testosterona, adicionar óleo de oliva e misturar. Colocar a vaselina sólida sobre uma placa de mármore e ir incorporando a mistura anterior, pouco a pouco, até a obtenção de um aspecto homogêneo. Para uso tópico. Referência bibliográfica:  Clavijo MJL, Comes VB. Formulario básico de medicamentos magistrales, 2ª ed. España, 2007.

Propionato de  Testosterona (1 g), Álcool Isopropílico q.s.p...100 g. Dissolver a testosterona no álcool, até a obtenção de um aspecto homogêneo. Referência bibliográfica: Clavijo MJL, Comes VB. Formulario básico de medicamentos magistrales, 2ª ed. España, 2007.


21 de fevereiro de 2018

Formulación de latanoprost para el crecimiento de pestañas

El latanoprost es un análogo sintético de prostaglandina que se muestra eficaz en elcrecimiento de pestañas, cejas y cabello. Tiene acción regenerante sobre los folículos pilosos.
En este artículo se describe un excipiente idóneo a base de carboximetilcelulosa sódicapara formular gel fluido de latanoprost en el crecimiento de pestañas.

¿Cómo formular un gel fluido de carboximetilcelulosa sódica?

Empleando concentraciones del 1-1,5 % se forma un gel fluido de carboximetilcelulosasódica idóneo para ser aplicado en las pestañas. Este gel fluido tiene las siguientes propiedades:
  • Tiene un rápido secado tras la aplicación.
  • Facilita la liberación de los activos prescritos (en este caso, el latanoprost).
  • La propia estructura gel puede facilitar la penetración de activos.
  • Puede incorporar solubilizantes que faciliten la incorporación del latanoprost en el agua contenida.
  • No tiene acción irritante en el caso de que accidentalmente entrara producto en la conjuntiva ocular tras la aplicación.
  • Se envasa y aplica fácilmente en los envases especiales destinados para pestañas.

¿Se debe emplear algún solubilizante?

Sí, en este caso es fundamental la adición de un 3 % al menos de polisorbato 20 (Tween 20). Esta sustancia facilitará la solubilización del latanoprost en el agua que contiene el gel fluido de carboximetilcelulosa sódica.

¿Es necesario algún conservante?


Se puede añadir un 0,1 % de Nipagín M (p-hidroxibenzoato de metilo) para evitar el crecimiento microbiano al menos durante 3 meses, caducidad estimada de un gel fluido de latanoprost. El Nipagín M deberá disolverse prevhttps://cosmeticadoctoralia.comiamente a la gelificación en el agua purificada calentada a 80-90º C.

¿Cuál es el pH final de este excipiente?

Es un pH que se encuentra entre valores 6-7 (pH directo sin añadir ninguna sustancia tamponante). No siendo irritante para la zona de las pestañas ni para la conjuntiva ocular.

Desarrollo final del excipiente propuesto para latanoprost

  • Carboximetilcelulosa sódica, 1,5 %
  • Tween 20, 3 %
  • Nipagín M, 0,1 %
  • Agua purificada csp, 100 g

Forma de elaboración del excipiente 

  1. Calentar en un baño de agua el agua purificada a 80-90º C y disolver el Nipagín M. Tras su disolución, dejar enfriar hasta temperatura ambiente.
  2. Añadir el Tween 20 agitando hasta la completa disolución.
  3. Añadir la carboximetilcelulosa sódica y agitar mediante un emulsionador regulado a alta velocidad hasta la formación de un gel fluido. También se puede agitar empleando un agitador magnético.

Características físicas y organolépticas

Se obtiene un gel fluido incoloro, límpido y transparente.

Fórmula con latanoprost crecimiento de pestañas

  • Latanoprost, 0,005 %
  • Gel fluido de carboximetilcelulosa csp, 10 ml
Obtenido el gel según la formulación anterior, se añade el latanoprost en forma de solución concentrada.

Tipos de envases para gel fluido de latanoprost para pestañas

Se emplean dos tipos actualmente: el fino pincel perfilador denominado eye-liner, o el clásicorímel. Ambos deben ser opacos, ya que el latanoprost es fotosensible.

Conservación y caducidad

El gel fluido de latanoprost descrito debe conservarse en nevera (2-8º C) y tiene una caducidad de tres meses. Debe dispensarse bajo prescripción médica.
Referência: https://cosmeticadoctoralia.com.

26 de dezembro de 2017

Stability of extemporaneously prepared preservative-free prochlorperazine nasal spray

Purpose The stability of an extemporaneously prepared preservative-free prochlorperazine 5-mg/mL nasal spray was evaluated.
Methods The preservative-free prochlorperazine nasal spray was prepared by adding 250 mg of prochlorperazine edisylate to 50 mL of citrate buffer in a low-density polyethylene nasal spray bottle. A stability-indicating high-performance liquid chromatography (HPLC) method was developed and validated using the major degradant prochlorperazine sulfoxide and by performing forced-degradation studies. For chemical stability studies, 3 100-μL samples of the preservative-free prochlorperazine from 5 nasal spray bottles stored at room temperature were collected at days 0, 20, 30, 45, and 60 and were assayed in triplicate using the stability-indicating HPLC method. Microbiological testing involved antimicrobial effectiveness testing based on United States Pharmacopeia (USP) chapter 51 and quantitative microbiological enumeration of aerobic bacteria, yeasts, and mold based on USP chapter 61. Samples for microbiological testing were collected at days 0, 30, and 60.
Results The stability-indicating HPLC method clearly identified the degradation product prochlorperazine sulfoxide without interference from prochlorperazine. All tested solutions retained over 90% of the initial prochlorperazine concentration for the 60-day study period. There were no detectable changes in color, pH, and viscosity in any sample. There was no growth of bacteria, yeast, and mold for 60 days in all samples tested.
Conclusion An extemporaneously prepared preservative-free nasal spray solution of prochlorperazine edisylate 5 mg/mL was physically, chemically, and microbiologically stable for 60 days when stored at room temperature in low-density polyethylene bottles.
Venkata K. Yellepeddi

7 de novembro de 2017

TRETINOÍNA EN SOLUCIÓN OLEOSA PARA ADMINISTRACIÓN POR OSTOMÍA

Sempere Serrano P, García Sabina A, Castellano Copa P, Cachafeiro Pin AI.

Hospital Lucus Augusti. Lugo. España.

OBJETIVOS: Introducción: En la Unidad de Cuidados Intensivos (UCI) de un hospital de tercer nivel se presenta el caso de un paciente diagnosticado de leucemia promielocítica aguda (LPA) a tratamiento con tretinoína 100 mg/24 h. Ante la imposibilidad de deglución del paciente se solicita al servicio de farmacia (SF) la posibilidad de su preparación para su administración a través de ostomía (OST). Objetivo: Establecer un protocolo de acondicionamiento de capsulas blandas de tretinoína 10mg para su administración por ostomia a propósito de un caso.

MATERIAL Y MÉTODOS: Se realizó una búsqueda bibliográfica encaminada a determinar el método de elaboración. En base a las referencias revisadas se acordó establecer una estabilidad de 24 h, elaborándose diariamente dos dosis de 50 mg. La metodología a seguir fue la siguiente: 1) Se dispuso la dosis correspondiente a cada administración (5 capsulas) en una jeringa de 50 ml adicionando 20ml de agua para inyección; 2) Se aseguró el cierre de las jeringas con tapón de rosca estéril; 3) Se dispusieron las jeringas en un baño maría a una temperatura constante de 37ºC agitándolas suavemente hasta la completa disolución de las cápsulas; 4) La solución oleosa resultante contenida en jeringa se etiquetó indicando principio activo, nombre comercial, dosis, nombre y número de historia clínica del paciente y vía de administración; 5) El farmacéutico responsable de la UCI estuvo presente en la primera administración de la solución oleosa de tretinoína al paciente, asegurándose del correcto cumplimiento de las recomendaciones de administración a través de la ostomía; mantenimiento de las jeringas de tretinoína solución oleosa a temperatura ambiente hasta su administración, lavado posterior de la sonda con 15ml de suero salino y devolución de las jeringas vacías al Servicio de Farmacia para su correcta eliminación. Se elaboró un documento con estas recomendaciones que se incluyó en la hoja de medicación del paciente para evitar errores de administración en cambio de turnos de enfermería.

RESULTADOS: La solución oleosa de tretinoína se preparó diariamente en el servicio de farmacia durante un periodo de 11 días, hasta que el paciente inició tolerancia. El tiempo de elaboración fue de aproximadamente 20 minutos y se realizó por residentes de primer y segundo año de farmacia hospitalaria. No se registró ningún error de administración por parte del personal de enfermería de la unidad de UCI ni ningún otro problema relacionado con el medicamento. 

CONCLUSIONES: A través del caso propuesto por la UCI se incorporó en el Servicio de Farmacia el protocolo de elaboración de tretinoína en solución oleosa, como alternativa a la administración oral en pacientes intubados con diagnóstico de LPA. Con la utilización de las jeringas como contenedor estanco de la tretinoína se minimizan los riesgos de manipulación para los elaboradores, considerándose un método seguro, teniendo en cuenta la toxicidad cutánea del
fármaco.

Farm Hosp. 2013;Supl. 1:65-499 Comunicaciones científicas presentadas en formato póster no 58º Congreso de Farmacia Hospitalaria da SEFH. Spaña. 2013.