30 de setembro de 2014

CREME BASE DE CERATO SIMPLES



Cera Branca...............................................................................................................................200 g
Óleo de Amendoim...................................................................................................................350 g
Vaselina Sólida Branca.............................................................................................................350 g
Tintura de Benjoim...................................................................................................................100 g

Em recipiente adequado, fundir a cera e a vaselina, depois junte o óleo de amendoim, em banho-maria, na temperatura de 70º C. Antes que a mistura tenha resfriamento total,  incorpore a tintura de benjoim, agitando a mistura. Veículo para o preparo de produtos semisólidos.

Referência bibliográfica: Clavijo MJL, Comes VB. Formulario básico de medicamentos magistrales, 2ª ed. España, 2007.

21 de agosto de 2014

EVALUACIÓN DE LA IRRITACIÓN OCULAR DE TACROLIMUS EN DIFERENTES FORMULACIONES TÓPICAS

Saval Victoria AC, Pastor Clerigues A, Milara Paya J, Serrano Gimeno A, Martí Bonmatí E, Ortega García MP.

Hospital Gral. Univ. de Valencia. Valencia. España.

OBJETIVOS Tacrolimus, inmunosupresor inhibidor de la calcineurina de carácter lipófilo, por vía tópica mejora la efectividad y seguridad en patologías oculares de base inmunológica e inflamatoria: rechazo de córnea, conjuntivitis inflamatoria, úlceras, uveitis y enfermedad de injerto contra huésped. Al no estar comercializada formulación tópica ocular, se plantea la elaboración de fórmulas magistrales, con la consiguiente reducción de la calidad y la seguridad de la formulación, debido a los excipientes incluidos en las especialidades farmacéuticas empleadas. El objetivo es evaluar la seguridad de tres formulaciones tópicas según los criterios OECD y el método BCOP (Bovine Corneal Opacity and Permeability).

MATERIAL Y MÉTODOS Se aplicaron tres formulaciones distintas de tacrolimus sobre las córneas, y se evaluó frente a control positivo (etanol: muy irritante) y negativo (agua). El test BCOP para medida de la opacidad y permeabilidad corneal bovina es un método in vitro empleado para la clasificación de sustancias como corrosivas o irritantes a nivel ocular. Cada test se realizó tres veces. Se empleó la pomada oftálmica (1) Protopic® (incluye carbonato de propileno como excipiente). Se preparó (2) una Fórmula Magistral a partir de polvo de tacrolimus de cápsulas (Prograf®) adicionando 10 ml de vaselina líquida hasta completa disolución y 40 g de vaselina filante según el estudio de Fajardo et Al. Por último se elaboró un (3) colirio de tacrolimus 0,03% con 0,6 ml de la ampolla de Prograf® (que contiene aceite de ricino hidrogenado y polioxietilenado como excipiente) y 9,4 mL de lágrimas artificiales (Liquifilm®). Para el estudio de la opacidad se realizó una prelectura con el opacímetro y otra tras la aplicación de la sustancia a estudiar en cada caso. Para evaluar la permeabilidad, se aplicó fluoresceína 4 mg/mL sobre la misma muestra y se midió OD490 (Optical density en UV/VIS) por espectofotometría en el compartimento posterior de la córnea. Se obtuvo el valor de opacidad y el OD490 medio y el índice de irritación in vitro (IVIS).

RESULTADOS El promedio de opacidad obtenido de las tres muestras testadas de (1) pomada, (2) fórmula y (3) colirio fue respectivamente –0,07; –0,28 y 2,51 siendo para el control negativo 0,12 y para el positivo 24,63. El valor promedio de permeabilidad (OD490) obtenido fue 0,06; 0,01 y 0,007 respectivamente siendo para el control negativo 0,012 y para el positivo 0,311. Con estos datos se obtiene el IVIS (Opacidad + (OD490 * 15)) que fue de 0,05; 0,18 y 2,61 respectivamente y de 26,63 con el control positivo con etanol. La escala de IVIS determina: 0-3 No irritante; 3,1-25 Irritante ocular leve; 25,1-55 Irritante moderado; ≥55,1 Irritante severo /corrosivo.

CONCLUSIONES Los resultados muestran que la pomada (1) Protopic®, (2) la fórmula magistral a partir de cápsulas de Prograf® y (3) colirio de tacrolimus 0,03% no resultan irritantes sobre las córneas según los criterios OECD y el test BCOP. Sin embargo, el IVIS SCORE del colirio de tacrolimus 0,03% es 2,51 muy próximo a ser irritante LEVE ocular. Se debe considerar además que se administra sobre córneas patológicas en las que la sensibilidad y permeabilidad pueden estar afectadas por tanto será más irritante.

Farm Hosp. 2013;Supl. 1:9-63

25 de junho de 2014

Curso de Especialização de Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente

Rua Leopoldo Bulhões, 1480 – Prédio Professor Joaquim Alberto Cardoso de Melo
Manguinhos – Rio de Janeiro – RJ  CEP: 21041-210

Tels (21) 2598-2463 (Secretaria Acadêmica) • (21) 2598-2445 (Processo Seletivo) • (21) 2598-2996 (Secretaria-Coordenação Geral)

www.ead.fiocruz.br

28 de maio de 2014

IMPLEMENTATION OF AN INTEGRATED MULTIFACETED APPROACH TO IMPROVE CRUSHING PRACTICE ONHOSPITAL WARDS

V Verheyen, S Von Winckelmann, F Verbiest; Imelda Hospital, Pharmacy, Bonheiden, Belgium

Background Crushing tablets is an important risk factor for medicines administration errors in patients with swallowing problems and feeding tubes. Information regarding patients requiring crushed medicines does not routinely reach the hospital pharmacist. Measures to improve crushing practice may consist of introducing guidelines, training nurses or giving pharmacy advice.

Purpose To describe an integrated multifaceted approach using an audit and feedback strategy to improve crushing practice on hospital wards in a 500-bed general hospital.

Materials and methods After baseline assessments, the following interventions to do with prescribing, administration and training were gradually introduced: 1. mention ‘to crush’ on drug prescriptions; 2. order tube feeding using a specific order form; 3. a pharmacist provides an information form listing the substitutions and discusses the situation with the caregivers involved; 4. audit: retrospective analysis of prescriptions to identify the most commonly crushed drugs; 5. introduction of oral syringes and disintegration testing for commonly crushed tablets (dispersible defined as disintegration within one minute in 20 ml cold water); 6. standardise working instructions; 7. feedback: educational sessions and poster.

Results Pre-intervention questionnaires and disguised observations revealed that nurses’ knowledge regarding correct crushing is limited. We analysed 160 prescriptions mentioning ‘to crush’ for 104 patients (20 on tube feeding). A total of 601 drugs had to be crushed. Proton pump inhibitors and aspirin were among the most commonly prescribed drugs. 18% of prescribed drugs were substituted because of enteric coating (43%), modified-release formulation (25%) or availability of a more suitable alternative (e.g. liquids or dispersible tablets, 32%). 318 recommendations were given and accepted, including two related to hazardous substances. Pharmacists sometimes propose different alternatives for the same drug and patient. We introduced the syringe method (dispersing the tablet in a syringe filled with water) as a closed system for administration of hazardous drugs and dispersible tablets. Commonly crushed tablets such as alprazolam and trazodone were found to disintegrate easily. Crushability, alternatives and recommendations for the 20 most commonly crushed drugs in our hospital were summarised on a poster. Provision of this practice-orientated information and patient-tailored advice can encounter the lack of knowledge of other caregivers.

Conclusions Patients in need of crushed medicines may benefit from a medicines review by a pharmacist. Audit and feedback provide relevant information to other caregivers to prescribe and administer medicines correctly and safety. To evaluate and sustain the impact of our interventions, the clinical pharmacist, as a member of the nutrition support team, will regularly review the drug treatment of patients on enteral tube feeding during their ward visits.

Eur J Hosp Pharm 2014:21(Suppl 1):A1–224

30 de março de 2014


1ª Ed. 2014 Editora Medfarma
ISBN 9788589248136
Nº de págs.: 962
Capa flexível
Formato: 16 x 23 cm

    Manual de Medicamentos Citostáticos é um livro com todos os fundamentos necessários para uso pela Equipe Multiprofissional que atuam em Unidades ou Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON), que apresenta informações sobre medicamentos citostáticos para todos os estudantes e profissionais da área de saúde, com o objetivo de complementar uma abordagem multiprofissional ao paciente oncológico. Livro contendo 184 medicamentos e com os seguintes capítulos: glossário farmacêutico, glossário de oncologia, lista de abreviaturas e siglas, tabela geral de diluição, manipulação de drogas citostáticas, PGRSS com pictogramas e símbolos de identificação de grupos de resíduos, medicamentos com resumo das toxicidades e as monografias dos medicamentos. Neste sentido, o livro aborda as seguintes informações:  nome genérico do produto,  nomes comerciais, sinonímia e outras denominações, forma farmacêutica, categoria terapêutica, farmacocinética, posologia, reações adversas, regimes especiais de posologia, alertas de administração, precauções, interações medicamentosas, condutas na superdose, medidas após a contaminação acidental, protocolo para extravasamento, biossegurança ocupacional, normas internacionais de transporte do produto, PGRSS, estabilidade da solução reconstituída no frasco de vidro, concentração após reconstituição no frasco de vidro,  vias e formas de administração, diluentes, volume final e tempo de infusão, compatibilidade com as soluções e com os equipamentos,  incompatibilidade com as soluções e com os equipamentos, estabilidade em seringa plástica, estabilidade em bolsa plástica de PVC, poliolefina, PEBD e de EVA. Considero este livro uma futura publicação multiprofissional indispensável para todos os profissionais da área de saúde, que necessitam de informações atualizadas e precisas, abordando de maneira clara, simples e objetiva os estudos, principalmente, sobre protocolos para extravasamento, em condutas na superdose e na contaminação acidental, normas do PGRSS, assim como a diluição, compatibilidade e estabilidade de medicamentos citostáticos.

¿Qué significa tamponar el ácido glicólico?

Se trata de añadir a una solución de ácido glicólico una base débil (por ejemplo trietanolamina) hasta alcanzar un pH 4-4,5. Valores con eficacia terapéutica pero de mínima irritación. Si el médico quiere que se tampone su formulación de ácido glicólico es conveniente que lo indique en la prescripción. Ejemplo:


Acido glicólico, 8 %
Hidroquinona, 3 %
Gel acuoso csp, 50 g
 
“Tamponar con trietanolamina”

¿Es factible la asociación permetrina y metronidazol en la rosácea granulomatosa?, ¿qué excipiente sería el más conveniente?

Sí es factible. La permetrina se emplea al 5 % y el metronidazol al 1 % en emulsión o/w glucídica, idónea en pieles intolerantes. Ejemplo de prescripción:


Permetrina, 5 %
Metronidazol, 1 %
Emulsión o/w glucídica csp, 30 g
 
Referência: Blog Dr. Alia.