Gilberto Barcelos Souza. Farmacêutico. Trabalhou durante 40 anos no Serviço de Farmácia do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) ● 46 livros (29 Livros + 17 E-book Kindle Amazon) ● Extravasamento ● Oncológicos Injetáveis ● Oncológicos Orais ● Imunoterápicos ● Protocolos Quimioterapia ● Interações em Oncologia ● Magistral ● Injetáveis ● Editor do www.meuslivrosdefarmacia.com.br. Editor do www.meuslivrosdeoncologia.com.br
29 de dezembro de 2012
15 de novembro de 2012
Recursos electrónicos en formulación pediátrica
Uno de los pilares básicos en la atención
farmacéutica pediátrica es la elaboración de medicamentos de forma individualizada. La mayor parte de los fármacos
comercializados por la industria farmacéutica no están disponibles en formas de
dosificación adecuadas para su administración a niños lo que convierte a la
formulación magistral en el último y único recurso para que este población tan
compleja y vulnerable pueda recibir tratamiento farmacológico. La ausencia de
especialidades farmacéuticas viene determinada principalmente por el rango de
edad ( desde neonatos hasta los 16 años) y una amplia variabilidad de sus características
fisiológicas y metabólicas. Esta
situación determina la implicación del farmacéutico en la elaboración de
fórmulas magistrales adaptadas a las
necesidades fisiopatológicas de cada
paciente, cumpliendo con los requisitos exigidos de calidad y seguridad. Además
el farmacéutico es el responsable de evaluar la estabilidad y de establecer la caducidad y condiciones de
conservación de las fórmulas elaboradas. En la
actualidad el soporte bibliográfico y los recursos electrónicos son herramientas imprescindibles para poder
llevar a cabo esta demanda asistencial. A continuación mostramos una relación
de las direcciones electrónicas que proporcionan más información en el campo de
la elaboración de formas de dosificación orales líquídas destinadas a la
población pediátrica.
Formularios Pediatría
- Formulación Pediátrica-Manuela Atienza
- PharmInfoTech- New Zealand
- Hospital Nationwide Children
- Hospital for Sick Children
- Children's Hospital of Eastern Ontario
- Hôpitaux Universitaires de Lausanne
Symposium Rafael Alvarez Colunga " Unificación de criterios en formulación pediátrica"
(Ponencias de los syposium I , II, III y IV)
Development of paediatric medicines: points to consider in formulation 2007 (WHO)
(Ponencias de los syposium I , II, III y IV)
Development of paediatric medicines: points to consider in formulation 2007 (WHO)
VipulP.
Patel, Tushar R. Desai, Bindi G. Chavda, Ridhi M. Katira.
Extemporaneous dosage form for oral liquids. Pharmacophore2011, Vol. 2
(2), 86-103
Referência: Recursos electrónicos en formulación pediátrica. Disponível em: www.buscandolaformula.blogspot.com/
Referência: Recursos electrónicos en formulación pediátrica. Disponível em: www.buscandolaformula.blogspot.com/
¿Qué tipo de emulsión se debe emplear en tratamientos dermatólogicos antiseborreicos?
Blog de formulación magistral para dermatólogos del Dr. Alía
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Principio activo, X g
Emulsión w/s csp, 50 g
Otra forma de prescripción:
Principio activo, X g
Emulsión silicónica csp, 50 g
Otra forma de prescripción:
Principio activo, X g
Base silicónica csp, 50 g
16 de outubro de 2012
¿Puede incluirse piridoxina (vitamina B6) en las lociones hidroalcohólicas de minoxidil?
***
La piridoxina al ser hidrosoluble puede disolverse sin problemas en el agua contenida en el excipiente hidroalcohólico del minoxidil. Se suele formular en concentraciones del 0,1-0,5 % en alopecias seborreicas. Ejemplo de prescripción:
La piridoxina al ser hidrosoluble puede disolverse sin problemas en el agua contenida en el excipiente hidroalcohólico del minoxidil. Se suele formular en concentraciones del 0,1-0,5 % en alopecias seborreicas. Ejemplo de prescripción:
Minoxidil..................................................................................... 5 %
Piridoxina clorhidrato.................................................................0,5 %
Excipiente hidroalcohólico csp..................................................200 mL
Referência: www. formulacionmagistralparadermatologos.blogspot.com
25 de setembro de 2012
Manual de Drogas Citostáticas: Guia para Diluição, Doses, Estabilidade, Infusão e Reconstituição
O livro
MANUAL DE DROGAS CITOSTÁTICAS: Guia para Diluição, Doses, Estabilidade,
Infusão e Reconstituição é um livro que desejamos que funcione como um
livro prático, de leitura fácil, simples e que seja objetivo para
acompanhar a equipe multiprofissional dos serviços de terapia
antineoplásica.
As monografias estão dispostas em ordem alfabética, na qual ele é apresentado em um
formato padrão, sequencial e informativo para todos os medicamentos:
denominação do fármaco, pH, siglas usuais, nomes comerciais, sinonímia e outras denominações,
forma farmacêutica, categoria terapêutica, posologia, regimes especiais de
posologia, alertas de administração, precauções, protocolo para extravasamento,
contaminação acidental, estabilidades da solução reconstituída no frasco de
vidro, concentração após reconstituição no frasco de vidro, vias e formas de
administração, diluente, volume final e tempo de infusão, compatibilidade na administração em Y,
incompatibilidade na administração em Y, estabilidade em seringa, estabilidade em bolsa de PVC,
estabilidade em bolsa de poliolefina.O perfil de cada medicamento segue um esquema
consistente e lógico, onde informamos a referência bibliográfica
específica do estudo, incluindo informações sobre alguns parâmetros de
estabilidade, como pH, critérios de armazenamento e
estocagem de cada preparação realizada, temperatura de armazenagem,
sinonímias do fármaco, referências bibliográficas por
medicamento.
Este livro apresenta 259 páginas, com 101 monografias de medicamentos citostáticos injetáveis de uso em oncologia, cuidados paliativos e em hematologia, com a respectiva estabilidade do produto reconstituído, assim como o preparo, compatibilidade, reconstituição e estabilidade dos medicamentos injetáveis:
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO - ACLARRUBICINA - ACTINOMICINA D - ALEMTUZUMABE - ALFAINTERFERONA 2A - ALFAINTERFERONA 2B - AMIFOSTINA - AMSACRINA - ASPARAGINASE - AZACITIDINA - BCG - BENDAMUSTINA - BEVACIZUMABE - BLEOMICINA - BORTEZOMIBE - BRENTUXIMABE VEDOTIN - BUSSULFANO - CABAZITAXEL - CARBOPLATINO - CARMUSTINA - CETUXIMABE - CICLOFOSFAMIDA - CISPLATINO - CITARABINA - CITARABINA LIPOSSOMAL - CLADRIBINA - CLODRONATO - CLOFARABINA - DACARBAZINA - DAUNORRUBICINA - DAUNORRUBICINA LIPOSSOMAL - DECITABINA - DEXRAZOXANO - DOCETAXEL - DOXORRUBICINA - DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL - DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO - EDRECOLOMABE - EPIRRUBICINA - ESTRAMUSTINA - ESTREPTOZOCINA - ETOPOSIDO - FILGRASTIMA - FLOXURIDINA - FLUDARABINA - FLUORURACILA - FOLINATO DE CÁLCIO - FOLINATO DISSÓDICO - FOTEMUSTINA - GEMCITABINA - IDARRUBICINA - IFOSFAMIDA - IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO - INTERLEUCINA - IPILIMUMABE - IRINOTECANO - IXABEPILONA - LENOGRASTIMA - MECLORETAMINA - MELFALANO - MESNA - METOTREXATO - MITOMICINA - MITOXANTRONA - MITRAMICINA - MOLGRASTIMA - NELARABINA - NIMUSTINA - OCTREOTIDA - OFATUMUMABE - OXALIPLATINO - PACLITAXEL - PAMIDRONATO - PANITUMUMABE - PEGASPARGASE - PEGFILGRASTIMA - PEMETREXEDE - PENTOSTATINA - PIRARRUBICINA - PRALATREXATO - RALTITREXEDE - RASBURICASA - RITUXIMABE - ROMIDEPSINA - SARGRAMOSTIMA - TEMOZOLOMIDA - TEMSIROLIMO - TENIPOSIDO - TIOTEPA - TOPOTECANO - TOSITUMOMABE - TRABECTEDINA - TRASTUZUMABE - TREOSSULFANO - TRIÓXIDO DE ARSÊNICO - VALRRUBICINA - VIMBLASTINA - VINCRISTINA - VINDESINA - VINFLUNINA - VINORELBINA.
Protocolo para extravasamento: como realizar o tratamento após o
extravasamento. Contaminação acidental: como realizar a limpeza da área de
trabalho após a contaminação acidental na enfermaria ou na bancada. Compatibilidade
na administração em Y: existindo este tipo de interação descrita na
literatura médica, os medicamentos foram incluídos. Os que não foram incluídos,
necessariamente não devem ser considerados como incompatíveis. Compatibilidade
em seringa: existindo
este tipo de interação descrita na literatura científica, os medicamentos foram
incluídos. Os que não foram incluídos, necessariamente não devem ser
considerados como incompatíveis. Incompatibilidade
na administração em Y: existindo este tipo de interação encontrada na
literatura internacional, os medicamentos foram incluídos. Os que não foram incluídos,
necessariamente não devem ser considerados como incompatíveis. Incompatibilidade
em seringa: existindo
este tipo de interação encontrada na literatura científica, os medicamentos
foram incluídos. Os que não foram incluídos, necessariamente não devem ser
considerados como incompatíveis. Estabilidade
das soluções diluídas: as pesquisadas com estabilidade comprovada em
seringas, bolsas de PVC, bolsas de EVA, bolsas de poliolefina, etc. na
temperatura ambiente ou sob refrigeração em bolsa plástica de PVC para infusão
via endovenosa.
5 de setembro de 2012
Gel de Carbomelose
***
GEL DE CARBOXIMETILCELULOSE
Carboximetilcelulose.....................................................5 g
Glicerol........................................................................10 g
Água Destilada q.s.p..................................................100 g
Pulverizar a carbomelose e glicerina até a formação de uma pasta. Adicionar esta pasta em água aquecida em torno de 70º C, sob agitação até a temperatura ambiente. Em recipientes adequados, este produto deve ser armazenado em temperatura ambiente e protegido da luz. Veículo para o preparo de fórmulas.
Referência bibliográfica: Clavijo MJL, Comes VB. Formulario Básico de Medicamentos Magistrales,
2ª Ed. España, 2007
GEL DE CARBOXIMETILCELULOSE
Carboximetilcelulose.....................................................5 g
Glicerol........................................................................10 g
Água Destilada q.s.p..................................................100 g
Pulverizar a carbomelose e glicerina até a formação de uma pasta. Adicionar esta pasta em água aquecida em torno de 70º C, sob agitação até a temperatura ambiente. Em recipientes adequados, este produto deve ser armazenado em temperatura ambiente e protegido da luz. Veículo para o preparo de fórmulas.
Referência bibliográfica: Clavijo MJL, Comes VB. Formulario Básico de Medicamentos Magistrales,
2ª Ed. España, 2007
31 de julho de 2012
Fluocinolona: formulação magistral
***
Una primera opción para disolver la fluocinolona sería solubilizarla previamente en alcohol. La cantidad de alcohol empleada aunque se utilizara propilenglicol como segundo solubilizante sería demasiado elevada, y podría producir escozor en la mucosa al realizar el enjuague. Lo más aconsejable en este caso para evitar dicho inconveniente es formular una suspensión acuosa libre de alcohol para ser agitada antes de usar. La fórmula final sería la siguiente:
Una primera opción para disolver la fluocinolona sería solubilizarla previamente en alcohol. La cantidad de alcohol empleada aunque se utilizara propilenglicol como segundo solubilizante sería demasiado elevada, y podría producir escozor en la mucosa al realizar el enjuague. Lo más aconsejable en este caso para evitar dicho inconveniente es formular una suspensión acuosa libre de alcohol para ser agitada antes de usar. La fórmula final sería la siguiente:
Fluocinolona acetónido, 0,1 %
Glicerina, 15 %
Tween 20, 0,5 %
CMCNa, 1 %
Agua destilada csp, 250 ml
La glicerina y el Tween 20 actúan como dispersantes y la CMCNa como
viscosizante. En las siguientes imágenes se muestra cómo queda la suspensión
una vez elaborada. No se observan fenómenos de inestabilidad (flotación y
floculación) y el tiempo de sedimentación es adecuado para lograr una correcta
administración tras agitar el envase.
Referência: Blog de formulacion magistral Dr. Alia
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